Numa tarde tranquila, Gabriel, Elena, Rafael, Caroline, Pamela e Rodrigo partiram para um acampamento em meio as montanhas. Chegaram ao acampamento no fim da tarde, Elena e Caroline estavam distraidas, Elena a procura de sinal no celular e Caroline tentava explicar à melhor amiga que no meio do mato não havia sinal. Gabriel, namorado de Elena tentou avisá-la que iria em busca de lenha com o parceiro, Rafael namorado de Caroline não parava de rir, e Rodrigo e Pamela foram a um romântico passeio pela mata.
- Elena, amor, tô indo lá buscar lenha com o Fael. Já venho.
( Ele tenta beijá-la mas ela nem dá bola )
- Tá, tá, tá...
Estava esfriando, e as meninas que ficaram em frente ao chalé, se tocaram de que estavam sozinhas no meio do nada, e foram atrás dos meninos e da amiga. Elas andaram por horas, gritavam o nome dos namorados e nada.
Acharam que tudo não passava de uma brinacdeira sem graça, até que avistaram de longe uma casinha branca, Caroline e Elena discutiram e no fim entraram num acordo:
- Olha ali Elena, uma casinha, vamos lá, talvez os meninos estejam lá.
- Aah, não sei não Caroline... Casinhas abandonadas me dão medo.
- Para de besta, vamos lá, não custa nada.
- Não e não.
- Por favor. Por mim...
( Caroline faz cara de bebezinho )
- Aah não faz essa carinha...Tá, vamos, você ganhou.
- Ae, demorou então, bora lá.
Ao chegarem perto da casinha, vêem o chão e as paredes da casa, todos quebrados e rachados e quando pisaram num pequeno degrau da casa, o chão rangeu e tudo começou a ficar tenso e medonho.
Caroline ensistiu para que Elena fosse na frente e entrasse primeiro. E assim foi, ela entrou primeiro, e viu bem no cantinho do chão uma gargantilha, com pingente de caveira e ossos cruzados. Caroline achou lindo e tirou da mão da amiga, colocou em seu pescoço e sentiu uma tremedeira rápida, um certo arrepio, mas iguinorou esse fato.
- Viu Carol, eles não estão aqui, vamos embora logo por favor.
- Tá, vamos né.
Elas tentam sair, mas por algum motivo Caroline não conseguia por os pés para fora da casa, parecia até bruxaria. Elena saia e entrava normalmente, mas Caroline não, então Elena empurrou com tanta força a amiga que as duas sairam rolando de lá.
Caroline e Elena ainda um pouco assustadas começaram a se perguntar:
- Porque será que você não conseguia sair da casa?
- Sei lá, era como se uma força sobrenatural me puxasse para dentro.
- Estranho... Mas enfim, onde será que aqueles tontos se meteram?
- Acho que estão tentando nos deixar com medo, mas uma das brincadeiras sem graça dos "parças".
- Né, na boa o Gabriel tá ferrado.
- E o Rafa também.
Seguiram e frente e começaram a escutar barulhos estranhos, paços, arbustos se mexendo, galhos sendo quabrados.
- Carol?
- Você também ouviu isso, Elena?
- Aham, mas o que era?
- Perecia que tinha gente nos seguindo.
- GABRIEEL, se for você fala logo, perdi a paciência já.
- Esqueçe amiga, deve ser coisa da nossa cabeça.
Andaram mais um pouco e derepende mais barulhos:
- Elena, tem sim alguém seguindo a gente.
- Para, não me deixa com mais medo tá.
- Mas é sério, os "paços" estão cada vez mais altos.
- Isso é verdade, tá tenso.
Derepente, Sai de trás dos arbustos, toda cheia de medo e exausta.
- AAAAH, meu Deus Pamela, não assuta a gente assim.
- Calma, Elena parece que alguma coisa aconteceu. O que foi Pamela?
- Ah, amigas me ajudem, por favor.
- Diz logo o que foi, Carol ajuda ela a ficar de pé.
- O Rodrigo...
- O quem tem ele? ( diz Elena )
- Ele, tá...tá...morto!
Pamela começa a chorar, e Elena e Caroline, ficam apavoradas.
- Como assim Pamela? ( diz Caroline )
- Não sei bem o que era...
- Mas onde isso amiga? Quando? ( diz Elena, abraçando a Pamela )
Continua...
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